Imagem - So Far Away by *messaO meu cantinho, tal como eu anda coberto por um véu de tristeza e melancolia; dai os meus posts acabarem por se tornar sempre em algo triste e macilento, frutos de conflitos interiores mal resolvidos e demandas por causas, á partida já, perdidas...
Já á muito tempo que não escrevia, que não tinha aquele impulso maravilhoso de pegar numa folha de papel e escrever...
Encontro uma paz tão grande nas palavras como encontro na minha caixa de lápis e nos meus rabiscos...
À muito que não escrevia pensamentos sobre a forma de poemas, poemas sobre a forma de pensamentos, letras de canções acerca do mundo e arredores; á muito que não transpunha os sentimentos para o papel...
È mais fácil para mim, desenhar e contar a minha história através de desenhos fofinhos de olhares tristes ou sorrisos rasgados, do que trabalhar com as palavras e molda-las para pintar um rosto, um sentimento, uma experiência ou somente um desvario daqueles característicos do meu pensamento...
Levantei-me a uma da manhã para agarrar o meu caderno de textos, ainda novinho, e de palpebras meio semi-cerradas, de olhos quase a sucumbir ao sono tentei pintar um retrato vago de alguém... Não está grande coisa, mas como o blog é meu e estou feliz por conseguido voltar a escrever, vou posta-lo á mesma (eu tenho tendência a justificar-me sem necessidade, eu sei)
Meu peregrino do vento
Minha luz, meu pensamento
Habitas em castelos de nuvens
Chegas sem nunca saber ao que vens
Feito de feitiços e magias
Vives por entre muralhas esguias
Escondidas nas memórias
Por contos, histórias, conquistas irrisórias
Palavras cruzadas, não esquecidas
És nada mais que a ilusão de mil vidas
Vidas Sentidas, não vividas
Palavras simples mas vivas
Minha luz, meu pensamento
Habitas em castelos de nuvens
Chegas sem nunca saber ao que vens
Feito de feitiços e magias
Vives por entre muralhas esguias
Escondidas nas memórias
Por contos, histórias, conquistas irrisórias
Palavras cruzadas, não esquecidas
És nada mais que a ilusão de mil vidas
Vidas Sentidas, não vividas
Palavras simples mas vivas
Surges hoje, para sumir amanhã
Simples, único como tantos outros
Um achado por entre tesouros
Como a chama que acende esta alma meio pagã
Chama que arde na escuridão
Que queima sem ferir
Ou fere sem doer, então
Sente, deixa sentir
Réstias de emoção que,
Escondem verdades vãs
Sentimentos por um mero peão
Ilusões longe de sãs…
Meu peregrino do vento
Que vens sem saber
És a mais bela ilusão do meu ser
O mais belo fruto do meu pensamento
Simples, único como tantos outros
Um achado por entre tesouros
Como a chama que acende esta alma meio pagã
Chama que arde na escuridão
Que queima sem ferir
Ou fere sem doer, então
Sente, deixa sentir
Réstias de emoção que,
Escondem verdades vãs
Sentimentos por um mero peão
Ilusões longe de sãs…
Meu peregrino do vento
Que vens sem saber
És a mais bela ilusão do meu ser
O mais belo fruto do meu pensamento
Meu peregrino do vento...
Meu peregrino do vento...
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