
Começo por confessar que ao longo da minha vida pouco viajei e que nunca me dei ao trabalho de conhecer verdadeiramente nenhum dos lugares por onde passei, chegando mesmo a atingir o cumulo da ignorância ao poder afirmar que nem sequer sei o nome da maioria das ruas da minha cidade...
Cada pessoa tem o seu lugar no mundo, aquele sitio banal, sem qualquer significado que nos transmite uma paz e serenidade especiais... Eu pelo menos tenho... Tenho um lugar completamente corriqueiro, totalmente normal em que me refugio sempre que preciso...
Sempre algo corre mal e me sinto ir abaixo, sento-me nas escadas daquela varanda, muitas vezes, perdendo a conta do tempo, e pura e simplesmente deixo-me estar lá perdida de cabeça no ar!!!
Alias eu nunca ando com a cabeça assente nos ombros, isso não é para mim =P
Gosto daquele lugar... Talvez por ter sido a minha antiga casa e palco de inúmeras brincadeiras e histórias ou por ser o lugar que mais me és familiar, quando me sinto triste é lá que me curo...
Gosto especialmente quando anoitece e sentada naqueles degraus me perco a olhar para a lua...
Já faço isso desde pequena e não vejo esse hábito alterar-se num futuro próximo...
Posso não me orgulhar daquilo sou, posso saber bem lá no fundo que pouco ou nada cresci mas ao menos gosto de pensar que acima de tudo continuo fiel a mim mesma...
Acho que talvez tenham razão quando dizem que sonho muito alto e que preciso assentar os dois pés na terra, quando começo com estas mariquices dou-me conta de como ainda sou pequena e frágil... E de como tenho medo de libertar as minhas amarras...
Hoje estou triste, voltei a esfolar os joelhos por andar de nariz no ar e agora praguejo ao mundo como tudo me corre mal, como nada é da maneira que quero, como falo sempre cedo e demais, como sou isto e aquilo (looooooooool, o mesmo de sempre)...
Daí sentir esta necessidade estúpida e desmedida de rever mentalmente o meu lugarzinho para obter novamente a falsa paz que me dá...
Digo-a falsa porque conheço um pouco desta concha que habito e sei que calma e passividade não bem o meu forte... Uma falsa paz é sempre melhor que nenhuma... Preciso de voltar ao meu lugarzinho e deixar de contar o passar do tempo...
Dizem as pessoas sábias que é preciso dar tempo ao tempo e corda ao relógio, eu detesto esperar, detesto mesmo, detesto ver o tempo passar-me por entre os dedos por isso perder noção do tempo e dos minutos perdidos é sinal que baixo as defesas e me deixo levar...
E eu gosto de me deixar levar...
Cada pessoa tem o seu lugar no mundo, aquele sitio banal, sem qualquer significado que nos transmite uma paz e serenidade especiais... Eu pelo menos tenho... Tenho um lugar completamente corriqueiro, totalmente normal em que me refugio sempre que preciso...
Sempre algo corre mal e me sinto ir abaixo, sento-me nas escadas daquela varanda, muitas vezes, perdendo a conta do tempo, e pura e simplesmente deixo-me estar lá perdida de cabeça no ar!!!
Alias eu nunca ando com a cabeça assente nos ombros, isso não é para mim =P
Gosto daquele lugar... Talvez por ter sido a minha antiga casa e palco de inúmeras brincadeiras e histórias ou por ser o lugar que mais me és familiar, quando me sinto triste é lá que me curo...
Gosto especialmente quando anoitece e sentada naqueles degraus me perco a olhar para a lua...
Já faço isso desde pequena e não vejo esse hábito alterar-se num futuro próximo...
Posso não me orgulhar daquilo sou, posso saber bem lá no fundo que pouco ou nada cresci mas ao menos gosto de pensar que acima de tudo continuo fiel a mim mesma...
Acho que talvez tenham razão quando dizem que sonho muito alto e que preciso assentar os dois pés na terra, quando começo com estas mariquices dou-me conta de como ainda sou pequena e frágil... E de como tenho medo de libertar as minhas amarras...
Hoje estou triste, voltei a esfolar os joelhos por andar de nariz no ar e agora praguejo ao mundo como tudo me corre mal, como nada é da maneira que quero, como falo sempre cedo e demais, como sou isto e aquilo (looooooooool, o mesmo de sempre)...
Daí sentir esta necessidade estúpida e desmedida de rever mentalmente o meu lugarzinho para obter novamente a falsa paz que me dá...
Digo-a falsa porque conheço um pouco desta concha que habito e sei que calma e passividade não bem o meu forte... Uma falsa paz é sempre melhor que nenhuma... Preciso de voltar ao meu lugarzinho e deixar de contar o passar do tempo...
Dizem as pessoas sábias que é preciso dar tempo ao tempo e corda ao relógio, eu detesto esperar, detesto mesmo, detesto ver o tempo passar-me por entre os dedos por isso perder noção do tempo e dos minutos perdidos é sinal que baixo as defesas e me deixo levar...
E eu gosto de me deixar levar...
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